O segundo governo temeroso



A semana que começou efetivamente na terça-feira porque o dia 20 é feriado em quase todo o país por conta do dia da consciência negra que demonstra a falta de consciência da Nação inaugura uma espécie de segundo governo do temerário presidente, e ao que indicam os primeiros atos desse novo governo, vai ser ainda mais marcado pelo combate ao combate à corrupção que o primeiro, que começou sob a nefasta intenção de estancar a sangria da lava-jato, alguém ainda lembra?

Pois as novas intenções do temeroso são ainda mais escancaradas no fisiologismo como arma pra estancar essa sangria e se agarrar ao poder. Depois de entregar a reforma ministerial ao presidente da Câmara, Rodrigo botafogo Maia e prontamente nomear o novo ministro do balcão de compra de prefeitos das cidades pra agradar o parceiro, vai ser preciso botar as barbas de molho pra engolir o que ainda vem por aí.

Porque o cara escolhido para ser o novo ministro das cidades é nada menos que o menino de ouro dos tucanos e do bicheiro e reconhecido corrupto Carlinhos Cachoeira, aquela mesmo que deu nome à CPI que terminou em uma das mais recentes pizzas servidas à moda do Congresso, e agora ele é a legítima raposa a cuidar do galinheiro das emendas e a provar que as intenções sérias de equilibrar as contas do governo eram só conversa pra boi dormir. De preferência, nos vastos campos dos mato grosso e dos goiás comandados por maggis e perillos.

Mas a verdade é que não dá pra dormir com um barulho desses, porque é tiro pra todo o lado e salve-se quem puder na pindorama.

Olha o caso do novo diretor da polícia federal, que mirou nos procuradores da República que investigam o chefe e acertou no próprio pé antes mesmo de começar a trabalhar.

Abençoado por uma quadrilha de políticos delatados, entre eles Eliseu Padilha e José Sarney, o tal delegado Segovia prometeu um combate incansável à corrupção, mas logo engatilhou a pérola da semana ao dizer que uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime do presidente.

Pois o delegado fingiu esquecer que um relatório da própria policia federal que agora ele comanda acusou o temeroso de ter aceitado promessa de vantagem indevida e concluiu que os R$ 500 mil entregues a Rodrigo Rocha Loures começaram a ser acertados pelo próprio senhor presidente no porão do Jaburu.

E é lá, no porão da nossa democracia, que já começa a ser urdido o golpe parlamentarista que pretende perpetuar o governo impopular dos corruptos nessa nossa república de bananas.

Fonte:Portal Leouve.

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